domingo, 19 de dezembro de 2010

Os Grandes Mestres

Rio de Janeiro, dezembro de 2010

Serão eles tão diferentes de nós?

Sempre que falamos de Mestres, temos a tendência de colocá-los num pedestal, num altar, numa cadeira de espaldar alto ou mesmo de pé falando para uma multidão. Mas um Mestre é apenas um líder consciente e, como muitos devem sabem, todo treinamento empresarial diz que você pode, e deve, ser um líder. Conclusão: Basta tornar-se consciente, tornar-se um ser desperto, que você será, também, um Mestre.

Todo Mestre, ao longo de sua jornada, sentiu-se angustiado e indeciso, radiante e valioso, foi alegre e triste, teve prazer e dúvida. Em nosso caminho para o despertar, passamos por tudo isso, ou seja, podemos chegar a Mestres também. Afinal, todos somos um pedaço de Deus, com direitos e condições iguais. E um ser Ascenso é apenas um ser que desperta em vida, que renasce sem passar pela morte física, pode-se assim dizer.

Quando estamos aqui na Terra, a densidade é muito grande, precisamos nos acostumar a ela e tudo parece bem mais difícil. Além disso, como a Terra evolui à medida que evoluímos, toda a energia do planeta também muda e isso nos afeta. Quando achamos que estamos bem, que estamos adaptados à vida terrena, muda tudo de novo e precisamos nos acostumar a essa nova energia. E é através dessas atribulações, desse sobe e desce emocional, do contentamento em cada etapa vencida que, aos poucos, também nos tornamos Mestres.

Não pensem que é errado nos compararmos a Jesus, Buda, Krishna ou qualquer outro Grande Mestre que já passou pela Terra. Apenas temos que ser gratos a eles por nos terem ensinado grandes lições e mostrado o caminho para que pudéssemos, nós mesmos, sermos os professores para os próximos aprendizes. Mas nunca esqueçam que cada um tem seu tempo e tudo bem! Deixo esta pequena mensagem para uma grande reflexão nestes tempos de festas de fim de ano. Sejam felizes sendo quem vocês são e fazendo suas escolhas!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Espere o Inesperado

Rio de Janeiro, novembro de 2010

Será que não foi sempre assim?

Se considerarmos que não somos capazes de prever o futuro, esperar o inesperado é algo um tanto redundante. Afinal, tudo que vem pela frente na vida acaba sendo algo inesperado, não é? Bom, se pensarmos como antigamente, sim. Mas, nos tempos atuais, o inesperado será uma coisa que realmente surpreenderá, será diferente do que se poderia imaginar e sempre terá um significado pra você, mesmo que, de início, você não consiga entendê-lo.

É claro que você tem intuição e ela, tanto antes como agora, sempre o guiou em seu caminho. Algumas pessoas não prestam atenção a ela, outras não acham que aquilo que sentem é intuição. Mas ela se manifesta de um jeito ou de outro.

Como age então a intuição diante desse inesperado? Será mesmo inesperado? O que acontece agora que você está despertando é que sua intuição diz que alguma coisa vai acontecer, não importa o quê. Você sabe que algo vai acontecer. Mas, se você está despertando, outro fator vai se unir à intuição: uma imensa confiança de que tudo vai dar certo, de que tudo sempre dá certo.

No entanto, isso não significa que tudo serão flores. Dar certo não exclui coisas consideradas ruins do seu caminho. Despertar não significa que você vai deixar de vivenciar coisas humanas como dores, aborrecimentos, etc. Por que seriam só as coisas boas que viriam para nossas vidas, se nosso julgamento é que as define como “assim ou assado”?

A diferença é que, agora, você pode confiar. E quando você confia, mesmo sem entender... veja bem, entender é com a mente e ela não curte muito esse negócio de intuição, de inesperado, de confiar. Bom, quando você confia, as coisas passam a ter um peso menos dramático, menos difícil. E, aos poucos, sua vida se transforma em um lugar muito mais seguro. Mas, entenda, não é a vida que muda, é você que muda diante dela.

Portanto, espere o inesperado sem medo, sem achar que sua intuição está falhando ou que você não merece ser feliz. Culpa é outra coisa que fica para trás no despertar. Qualquer coisa que você tenha feito ou deixado de fazer fez parte de uma dança, cumpriu determinada função que não importa compreender agora. Um dia, a gente fica sabendo, mesmo. É assim que a gente pode confiar. Estando no presente, deixando o passado pra lá, não pensando no futuro também.

Espere o inesperado e seja feliz! Que venha qualquer coisa... lá adiante você vai satisfazer sua mente com o que aquilo tudo significou... se é que você ainda estará interessado em satisfazê-la... se é que ela ainda precisará ser satisfeita...

Não existe mais destino pra você, portanto, você pode esperar o inesperado. E, com seu livre arbítrio, escolher confiar e ser feliz.

E, não esqueça, inesperado não é o desconhecido, pois nessa altura da sua jornada, não existe mais nada desconhecido.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O Destino

Rio de Janeiro, outubro de 2010

Será que ele existe mesmo?

Uma coisa é certa: enquanto se está na roda cármica, o destino existe, sim. Você vai encontrar determinada pessoa, você vai tomar determinada atitude, você vai passar por determinadas coisas, etc., etc., etc. Afinal, essa é a motivação de sua vinda para a Terra. É isso que faz você ficar voltando, voltando e voltando.

E, se o destino existe, cadê o livre arbítrio? As pessoas acreditam em destino e também em livre arbítrio, mas os dois não costumam andar juntos. Veja, se o seu destino é ser pobre, onde está o seu livre arbítrio para ganhar dinheiro? Se o seu destino é encontrar uma determinada pessoa, onde está seu livre arbítrio para ser feliz com quem estiver na sua frente? O destino fecha as possibilidades. O destino tranca as oportunidades. Você até pode encontrar essa pessoa, por exemplo, mas será um sinal de que você ainda compartilha carma. Continue seu caminho, pois todos chegamos “lá”!

Bem, quando você dá um basta nisso, acaba esse negócio de destino. Não existe mais aquela pessoa específica para você encontrar nesta vida, para ser seu amor, seu amigo, seu parente, seu inimigo, seu malfeitor – todas as pessoas passam a ter, relativamente, um peso igual. Claro que você terá sua família, seus amigos, um carinho especial por um ou outro, uma certa indiferença por outros mais, mas vai respeitar o caminho deles assim mesmo. Quando chega a hora, deixa de existir também aquilo que você deve fazer ou vivenciar, lições que você deve aprender ou dar – tudo serão apenas experiências. Serão trocas que você vai fazer com o mundo, com o universo e com tudo que existe aí.

Mas, tudo bem, o destino faz parte de sua trajetória. Ele continuará existindo até você chegar em um ponto em que ele não faça mais sentido, em que você sinta, lá dentro, que não está, de fato, ligado a nada nem a ninguém. E é quando você verdadeiramente consegue se ligar às pessoas, às coisas e às situações, como se elas fossem únicas mesmo. É quando você atinge o tão falado amor incondicional. Antes desse ponto, todo amor, dito incondicional, é balela.

Sendo assim, siga seu destino enquanto você quiser continuar brincando de criar destino. Quando chegar a hora, você vai seguir seu livre arbítrio e os caminhos do despertar. E não se surpreenda se esse caminho sem destino não for como você esperava. Ter destino é um jogo e dá uma certa dinâmica à vida. Você vai sentir falta disso, não vou mentir; desses joguinhos, desse drama, de tudo que vem junto com o destino. Vai passar por um período bem caótico depois que o destino deixar de existir. Vai começar uma outra etapa da sua jornada, em que tudo fica pra trás e você divisa apenas o inesperado.

Chega de destino, de predestinações! Que venha o inesperado!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O Despertar

Rio de Janeiro, setembro de 2010

Por que se fala tanto nesse tal despertar?

Ultimamente, anda se falando muito em despertar. E isso é porque estamos cansados de ficar dormindo. Cansados enquanto consciência de massa! Muitos já despertaram individualmente ao longo de eras, isso não é novidade. Mas, agora, o que é novidade é que chegamos num ponto em que queremos todos despertar, mesmo quem não tem consciência disso. Chega de ficarmos dormindo, aceitando tudo que é dito, fazendo o que todos querem, esquecendo quem somos, sonhando com o que podemos ser.

A humanidade quer esse despertar. No mundo inteiro, alguns primeiros iniciaram esse processo global de despertar, a eles se juntaram outros tantos e, hoje, parece que a humanidade está pronta. Por isso, tanto caos está acontecendo por aí. Mudar dificilmente ocorre com paz e tranquilidade, infelizmente. Limpezas precisam ser feitas, seja dentro de cada ser, seja na estrutura do planeta como um todo.

Esse despertar começa como uma dúvida, um estar de “saco cheio” de tudo e de todos, principalmente de você mesmo. Nada mais satisfaz, nada mais dá as respostas que você busca. Não tem igreja, psicólogo, palestrante, guru, cursos nem ombro amigo que dê conta disso. Daí, um processo tem início, o seu processo. Surgem as conversas, as longas conversas entre você e o que você pode chamar de Deus, de anjo da guarda, de protetor, seja lá o que for, e que, na verdade, é você mesmo. Você tem essa conversa é com você mesmo. E isso é muito bom, porque você vai começar a ter um vislumbre de quem você realmente é. Você vai começar a se conhecer.

Como consequência dessas conversas, você vai querer se afastar das pessoas com quem lida habitualmente. Na verdade, você pode querer se afastar de todas as pessoas, mas esse sentimento será mais forte com relação à família mais chegada, pois ela representa aqueles que ajudaram a formar esse você que você achava que era.

Você também vai começar a prestar mais atenção na natureza, em sons, em cores, em manifestações que antes você nem sequer notava. Aos poucos, vai gostar de estar só com você mesmo. Respeite esse tempo afastado, invente alguma desculpa qualquer e prossiga com suas descobertas. Até porque, mesmo que esteja na companhia das pessoas, você vai se sentir solitário. Não tem jeito. Afinal, esse é um caminho só seu. Ele é diferente para cada um e não dá pra ser comentado, especialmente no início, pois você nem sabe bem o que está acontecendo. Só sabe que é algo muito diferente, muito mais verdadeiro do que aquilo que normalmente se encontra nas rodinhas habituais de conversas com as pessoas.

Bom, você vai notar também que seus sonhos estão ficando mais vívidos e repletos de momentos interessantes, como se você estivesse vivendo nessa outra realidade também. E tenha certeza de que está. Não é maluquice, não, é real! Preste atenção aos sonhos, aos sentimentos que eles despertam; eles irão ajudá-lo a descobrir que você é bem maior do que imaginava ser.

Apesar de você sentir-se feliz com seu progresso, vai bater uma tristeza profunda em alguns momentos, uma tristeza interior, sem razão aparente. No caminho do despertar, você vai chorar muito e de muitas maneiras. Vai chorar com desespero, julgando ou questionando a si mesmo e aos outros, num primeiro momento; vai chorar com alegria, quando se maravilhar com mais uma descoberta; vai chorar só por chorar, o que vai trazer um alívio tremendo, pois libera uma energia velha que não serve mais pra você. Tudo isso acontece porque você está mudando e está deixando muita coisa pra trás. Você está verdadeiramente crescendo, não importa a sua idade. E como a gente se acostuma às coisas, pode ser doloroso deixar morrer o velho você. Com o tempo, você se acostuma e vê que o novo você é tão amplo que engloba o anterior, o atual e o que mais for, tudo ao mesmo tempo. Nada se perde, só se transforma. Continua achando loucura? Sim, é a mais bela loucura que alguém pode vivenciar!

E, junto com essa loucura toda, você pode sentir dores no corpo, cansaço físico e emocional, mudança nas necessidades e gostos alimentares, nos estilos de vida, etc. Quando você entra no processo de despertar interior, o DNA é alterado, pois seu ser precisa conseguir lidar com uma energia que é nova. Digamos que seu corpo precise fazer um upgrade pra continuar funcionando bem e essa fase de adaptação pode trazer alguns transtornos assim. Uma certa sensação de desorientação também pode ser sentida, como se o corpo não estivesse acompanhando essa mudança. O padrão de sono pode se alterar. Você pode querer dormir mais que o normal, ou menos. Pode acordar no meio da noite e não conseguir mais dormir. Não se preocupe, não deixe a mente assumir e assustar você com conclusões baseadas em armazenamentos que ela fez ao longo de sua vida. Porque isso é inteiramente novo; ela não vai reconhecer nada, vai entrar em parafuso e vai querer encontrar respostas que não existem em suas “pastas de arquivos”. Respire fundo, aceite que não vai mais dormir essa noite, por exemplo, e pronto.

Enquanto continua no processo de despertar que, diga-se de passagem, não tem volta, você vai perceber que as coisas ao seu redor vão mudar. De imediato, você pode não perceber o motivo, pode achar que é uma coisa ruim, mas com o tempo você terá uma nova visão sobre as coisas que acontecerem. Portanto, não se desespere se ficar sem trabalho, sem determinado relacionamento, sem coisas que pareciam lhe trazer segurança. A segurança precisa vir de você mesmo, de nada mais que esteja fora de você.

Um período de insatisfação com tudo e com todos é super normal. Até porque vai parecer que você não tem paixão por mais nada na vida. Seus desejos, suas vontades, tudo desaparece por um tempo. Sua transformação precisa acontecer para, então, você começar a sentir paixão de novo, por algo novo ou por uma coisa antiga que retorne também transformada. Lembra? Estamos fazendo um upgrade, tudo é novo, desconhecido. Você precisa de um tempo.

Não se assuste também se tiver sentimentos de querer ir embora. É, de querer partir, morrer mesmo. É normal! Você sente que já fez tudo, que não quer mais nada, que está pronto de uma forma ou de outra pra ir. Tudo bem, o despertar nada mais é do que deixar morrer o velho e nascer o novo; tudo isso, nesse seu mesmo corpo! A experiência do despertar é como morrer e nascer no mesmo corpo, na mesma existência.

Como dito acima, esse caminho não tem volta. Mesmo que você tente voltar, procure agir como agia antes, fazer coisas do jeito velho, você não vai conseguir. Há uma luz, uma energia diferente que passa a irradiar de você e para você e que não permite que você ande mais pra trás.

E, assim, depois de um tempo, que pode ser longo ou curto, mais doloroso ou menos, isso depende de cada um, você vai querer ajudar as pessoas que estão passando pela mesma transição. Vai querer compartilhar com os outros suas experiências, seja conversando, escrevendo, dançando, pintando e bordando ou fazendo um blog como este!

Seguem abaixo links que podem atrair seu interesse e ajudar no seu despertar:

http://www.novasenergias.net/circulocarmesim/canal.htm

http://www.faroldeluz.com.br/

http://www.aquasymterra.com/br/canalizacoes/

Ah, e não se esqueça: respire fundo, você não está só, nunca!

Abraços cheios de luz,

Inês

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A Mente

Rio de Janeiro, agosto de 2010

Você sabe mesmo usá-la ou vive na ilusão intelectual de que sabe?

A mente é uma ferramenta extraordinária que se traz quando se vem para esta Terra. Não se vive sem ela. A ferramenta mais parecida com a mente de que se tem conhecimento é o computador. E olha que a maioria das pessoas já não vive sem ele também. Agora, essa ferramenta chamada mente é, na verdade, uma faca de dois gumes. Ela pode ser maravilhosa, quando se sabe usá-la com consciência, ou um instrumento ineficaz ou até perigoso, quando se vive numa ilusão intelectual construída, como o próprio nome diz, pelo intelecto, pela mente, como uma espécie de mecanismo de defesa.

Você já deve ter visto filmes em que computadores superpotentes assumem o controle e começam a dominar as pessoas, não viu? Pois é, esse é o cuidado que se deve ter com a mente. Como todo computador, só que elevado a um nível descomunal, esses computadores imensos e extraordinários dos filmes são programados para verificar, controlar, guardar, enfim, cuidar de aspectos da vida das pessoas, através de milhões de informações, armazenadas em pastas de arquivos, caixas mentais, e usadas para inúmeros fins. Quando eles “enlouquecem” e passam a ter domínio sobre o usuário é que surge a ameaça. Em outras palavras, o computador, carregado de informações, deixa de ser uma ferramenta e assume vida própria.

Se a gente afirma que a mente é uma ferramenta como o computador, ela não pode ter vida própria nem estar no comando para realizar sua função, pois daí ela vai controlar a sua vida, sem você nem perceber, construindo toda uma ilusão à sua volta. Você vai ficar pensando que está munido de seu livre arbítrio, decidindo as coisas em sua vida, mas tudo não passa de uma grandessíssima ilusão. Como nesses filmes, só no final é que se descobre, é que se toma consciência de que o computador tem o domínio, e corta-se um dobrado, trava-se uma luta danada, para, enfim, reassumir o controle. Mas não precisa ser assim.

O objetivo aqui é ajudar você a ser quem você realmente é. Então, o ponto de partida é este: Você não é a sua mente, assim como é fácil saber que você não é o computador que você usa em casa, no trabalho, seja onde for. Você não é o programador, de imediato, aquele que armazena informações básicas para o funcionamento do computador, pois você já o adquire com isso. Você, inicialmente, é o usuário, aquele que vai utilizar o que já está disponível no computador, inserindo novos dados e, com o tempo, modificando-os a seu bel prazer.

Portanto, o computador é a mente, aquele que processa as informações; o programador são todos os que fizeram, fazem e farão parte de sua trajetória de vida, bem como tudo aquilo que desencadeia registros (programações) na mente, como veículos de informação, situações vivenciadas, opiniões e conclusões a que se chega (o mais famoso programador da história da humanidade é a mãe que, com você no útero, começa a inserir os dados para esta sua vida); e o usuário, como o próprio nome diz, é quem faz uso de tudo isso, você.

Então, mantendo o foco da mente como um computador, a verdadeira Educação que deve ser oferecida é aquela que transmite informações que possibilitem se ter consciência do computador, do programador e suas programações e do usuário, enfim, de todas as coisas, do verdadeiro você; é aquela que possibilita se abrir o leque, se ter uma percepção ampla do mecanismo do computador, a ponto de permitir a alteração das programações, facilitando sua evolução, seu despertar. Não aquela que apenas insere dados e capacita o computador para ter domínio sobre o usuário.

Para ter Liberdade, em outras palavras, ter seu livre-arbítrio restaurado, você precisa estar realmente no controle de sua vida, usando conscientemente seu computador. Essa consciência vem com a Otimização dos seus recursos mentais, e a otimização só é alcançada se a aquisição de conhecimento, de informações inseridas no computador, para o seu desenvolvimento, for permeada por algo maior, uma aceitação de como tudo é, uma aceitação que, pode-se dizer nesta metáfora, vem através das limpezas de disco, das atualizações dos programas e dos upgrades em seu computador.

Assim, fecha-se um ciclo, fecha-se o ELO, pois é função da verdadeira Educação trazer Liberdade através da Otimização.

Abraços cheios de luz,

Inês

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O que é ELO?

Rio de Janeiro, julho de 2010

Resolvi criar este blog pra você! Você que sente que alguma coisa mudou, não lá fora, mas aqui dentro. Para mim, foi como um chamado: “Compartilhe quem você realmente é e ajudará alguém a também ser quem é.” Tudo muito simples. Coloco, então, toda a minha energia – pura, radiante, amorosa – em cada palavra, cada imagem, cada emoção, cada sentimento que for veiculado neste espaço seguro que estou criando. Eu estou aqui pra você! Seja bem-vindo!

Por que ELO?
Porque aqui você tem o melhor da Educação, no sentido mais completo, concreto e verdadeiro dessa palavra. Porque aqui você tem Liberdade para ser e revelar toda a grandeza de quem você é. Porque aqui você tem Otimização em seu processo de desenvolvimento. E também porque elo é o papel que este blog desempenha entre você e quem você realmente é.


Inês Fernandes
mariainesfernandes@globo.com