domingo, 14 de dezembro de 2014

Visão

Rio de Janeiro, dezembro de 2014

Será que é fácil ter visão?

Depende apenas de você. Não é fácil, se você hesita, se acomoda, espera, questiona, duvida, teme, se preocupa, mente pra si, pensa demais. E é fácil, se você se prontifica, age, imagina, curte, ousa, se empenha, quer muito, sabe, sente.

Ter visão é ter percepção, é ter consciência, é deixar que o seu saber se manifeste. Quando se tem visão, as coisas acontecem, entram nos eixos, fazem você viver, em vez de sobreviver. Você se sente vivo. Seja o que for que aconteça.

Não há nada a ser feito pra se ter visão, porque ela é algo que todos nós temos, mesmo sem nos darmos conta disso. Ela volta pra você, digamos assim, quando você se lembra de quem você realmente é. Ela é o maior insight que se pode ter, a grande tomada de consciência. Na verdade, ela é o grande insight depois de uma longa jornada de insights diversos.

Não se aprende a ter visão. No momento certo, você se recordará de como é isso. Antes, você terá apenas vislumbres, mas um dia a visão acontece. E é quando você se torna Mestre, é quando você dá aquele sorriso amplo no entendimento pleno, é quando você traz o saber pra todas as manifestações de sua realidade, é quando então você se ilumina.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Múltiplas Realidades

Rio de Janeiro, novembro de 2014

Será que tenho múltiplas realidades ao meu dispor?

Sempre. A questão é que costumamos colocar o foco numa única realidade e nem pensar nas outras.

Quando fazemos uma escolha, por exemplo, ela engloba diversas opções, muitas que não são levadas em conta. Quando estamos tristes, não vemos em que ponto aquilo pode representar uma alegria. Quando estamos alegres, não estamos vendo algo que pode ser uma tristeza também sob outro ponto de vista.

Outras vezes, achamos que não conseguimos realizar uma coisa muito querida, mas nem sabemos que a coisa foi realizada em outra dimensão. Então, nós conseguimos!

Ou seja, tudo tem sempre mais de uma faceta. E está acontecendo ao mesmo tempo. Só que o normal, aquilo que a mente faz, é se concentrar num só ponto, naquele que parece mais evidente, pelo menos pra pessoa em questão.

Temos muitas realidades ao nosso dispor, acontecendo simultaneamente, e o importante é não focarmos apenas numa, pois deixaremos de expandir nossa consciência, se fizermos isso.

Agora, sobre as múltiplas realidades, não é nada pra ser analisado, detalhado, pela mente. É pra ser sentido, percebido, pela consciência como um todo. A mente deve apenas acompanhar a expansão da consciência.

Dessa forma, com a consciência mais ampla, percebendo essas múltiplas realidades, fica mais fácil entrarmos no “não julgamento”, na “não culpa”, no “não tem certo nem errado”, no “não se fazer de vítima” e por aí vai. E poderemos curtir muito mais todas as realidades, sem tantas preocupações e medos.

domingo, 19 de outubro de 2014

Observador

Rio de Janeiro, outubro de 2014

Será que posso ser só um observador na vida?

Quantas vezes fazemos esta pergunta ao passarmos por situações das quais não gostamos? Talvez não tantas vezes, nem com tanta profundidade, como deveríamos fazer. E também não só nos momentos desagradáveis. Pois isso nos levaria a refletir que essa é realmente uma possibilidade, a de se tornar um observador.

Quando você deixa de ser limitado e passa a ser você por inteiro, as dificuldades, assim como as satisfações, podem ser vivenciadas do ponto de vista de um observador. Ou seja, você terá todas as experiências, mas elas não o afetarão do modo como costumam afetá-lo agora; elas não irão limitar você a uma determinada sensação, percepção ou impressão, seja ruim ou alegre. Você será completo e, portanto, vivenciará tudo ao mesmo tempo, sem deixar contaminar-se, sem se identificar com uma questão ou outra.

Não é que você vá deixar de existir, mas você expande e se torna mais amplo, abarcando tudo e não apenas uma parte. A sua identidade limitada acaba, sim, mas surge o você inteiro. Parece muito filosófico, o nada que é tudo e o tudo que é nada, mas é algo natural e que acontecerá no momento certo. Então, não se preocupe com isso, apenas procure observar as coisas, pois não se preocupar é o primeiro passo para permitir sua expansão e tornar-se um observador na vida.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Deixar Ir

Rio de Janeiro, setembro de 2014

Será que eu sei o que é deixar ir?

Deixar ir vem do inglês “let go”, que normalmente é traduzido como “esquecer”. Mas não gosto dessa tradução, porque não é bem esquecer, é deixar ir! Assim como existe “let be”, deixar ser, ser seja lá como for.

Então, o que é deixar ir? Deixar ir é quando há uma entrega, é quando você relaxa e libera as tensões, as coisas que o prendem ao passado, as culpas e os arrependimentos que podem estar perseguindo você, a raiva e a mágoa que você talvez esteja guardando. É quando você simplesmente respira fundo, relaxando, e deixando de pensar, de se preocupar com aquilo que prende você de seguir um caminho mais leve.

Deixar ir não é algo pra ser pensado. Deixar ir é como permitir. É algo natural e que acontece quando se está pronto. De qualquer forma, o exercício do deixar ir, assim como do permitir, ajuda nessa preparação pra que a coisa aconteça naturalmente. O exercício é um facilitador, um fator de convencimento, pois primeiro você acredita que está pronto, depois você sabe que está. E, quando você sabe que está pronto, você realmente está. Seja pra deixar ir, pra permitir, pra ser.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Carisma

Rio de Janeiro, agosto de 2014

Será que eu sou uma pessoa carismática?

Depende de como você define carisma. Se você não é extrovertido, pode achar que não tem carisma. Se você não anda rodeado de pessoas, pode achar que não tem carisma. Se você não é de falar muito, pode achar que não tem carisma. Se você não reúne um público imenso que presta atenção ao que você diz, pode achar que não tem carisma.

É claro que pessoas assim têm carisma, embora possa não ser um carisma totalmente genuíno, possa ser um carisma forjado pela facilidade que têm de buscar em seu interior esse lado atrativo. E quando digo forjado, me refiro a elaborado com a mente, pensado, a fim de se obter um resultado desejado. Não há nada errado nisso.

Mas, por outro lado, você pode ter um outro tipo de carisma, ou passar a tê-lo à medida que se torna cada vez mais consciente, porque, apesar de ter a mesma fonte, que é o seu interior, este carisma da pessoa que está evoluindo não precisa aparecer apenas quando ela é extrovertida nem quando está com muitas pessoas em volta. É um carisma que aparece no momento certo, que atrai coisas, situações e pessoas no momento certo. Não exige que você fale muito, não exige que muitas pessoas o ouçam.

Ele é simplesmente uma manifestação natural do seu ser, e que não passa pelo julgamento da mente, que não vem de maneira inconsciente e que está intimamente ligado à sua paixão natural pela vida ou pelo que quer que esteja fazendo ou sendo.

Você sente e manifesta o seu carisma da mesma forma que sente e manifesta a sua paixão: naturalmente, sem forçar, sem forjar e com consciência.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Paixão

Rio de Janeiro, julho de 2014

Será que eu sinto paixão na vida?

Depende de como você define paixão. Porque, como tudo é relativo, existem paixões e paixões. Você pode ter paixão pelo futebol, aproveitando a deixa desta nossa Copa do Mundo que acabou de acabar. Você pode sentir paixão por uma pessoa, e até confundir isso com amor. Você pode fazer coisas com uma paixão, que nem mesmo sabe de onde vem.

Mas há uma paixão, digamos, maior que todas essas. É uma paixão que sempre existiu dentro da gente, mesmo que a gente tenha tentado encobri-la ou disfarçá-la. É a paixão por si mesmo, pela vida em si, seja ela como for, pois nada mais importa. Só que, às vezes, é difícil identificá-la, justamente porque a deixamos escondidinha no fundo de nosso ser.

Para trazer à tona essa paixão, é necessário acabar com toda a repressão. Repressão de sentimentos, de atitudes, de pensamentos. Quer reclamar, reclame, quer xingar, xingue. No início, vai ser meio complicado, não vai dar pra entender direito o que uma coisa tem a ver com a outra, mas, depois, você vai sentir que uma energia diferente está fluindo.

E, como passa a ser algo natural, você pode até deixar de fazer e voltar a ser como era; digo, aparentemente, pois você nunca mais será o mesmo. Mas pode voltar a ser como era, porque agora você sabe que é diferente, seja lá o que for, e que não há mais repressão. Isso é suficiente pra que não precise fazer a coisa (seja o que for), pois o ponto de vista, os motivos e os resultados agora serão outros. Haverá harmonia e tudo fluirá naturalmente.

Trabalhe pra acabar com a repressão, mas sem se forçar demais, mesmo que leve um tempo. Quando essa energia presa estiver livre, ela revelará junto essa paixão da qual falei, que é algo grandioso, acima de qualquer expectativa. E é quando a gente se sente chegando mais perto da iluminação.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Saúde

Rio de Janeiro, junho de 2014

Será que não é pra eu me sentir melhor de saúde à medida que eu evoluo?

Normalmente, sim seria a resposta imediata; afinal, se estou evoluindo, minha saúde e jovialidade deve estar ficando de primeira. Só que não é bem assim. À medida que evoluímos também absorvemos muita energia presente em nosso redor e isso nem sempre é tolerável pelo corpo, que às vezes não acompanha nossa evolução. Mas a resposta sim não é de todo falsa ou errada, pois, apesar de a saúde do evoluído talvez começar meio capenga, chegará um momento na evolução que essa questão será resolvida.

Nosso corpo também precisa evoluir, também precisa sair da consciência de massa, também precisa ser amado como uma parte nossa muito importante para a experiência terrena.

Para a evolução do corpo, não é preciso muito. Respirar muito, fazer um exercício leve, como caminhada, alimentar-se com prazer, beber água de maneira razoável e, de preferência, não tomar (ou evitar ao máximo) ingerir remédios, mesmo os ditos naturais. O que acontece é que, tomando essas coisas, você entrega o seu poder pra algo externo e a sua mestria fica um pouco comprometida.

Para sair da consciência de massa, é importante descartar a opinião dos outros em relação ao que é saudável ou não, ao que é bonito ou não, ao que é aceitável ou não. Na sua mestria, você é capaz de saber o que é melhor pra você, ainda mais se respeitar aquilo que lhe dá um puro prazer.

Para amar seu corpo, você junta as dicas acima e goste desse seu lado, seja ele como for. O corpo não é pra ser rejeitado na evolução, pois ele também é você nesta dimensão. É preciso sentir-se confortável dentro dele. E, quando você se ama, você faz coisas pra você, coisas físicas mesmo, e isso traz benefícios para o corpo, além de pra mente, por espírito, pra tudo. E, apesar de respeitar o outro, você vai sempre se considerar o ser mais importante da sua vida.

Aos poucos, ao seguir sua evolução, seu corpo vai, naturalmente, se ajustar e encontrar seu equilíbrio, mantendo-se muito saudável sem necessidade de recursos externos. Até lá, tenha paciência, não pense muito nisso. Ter um corpo saudável está no caminho da sua evolução.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Intensas Energias

Rio de Janeiro, maio de 2014

Por que sinto tanta pressão, ando esgotado, irritado, e tenho tanta dor no corpo?

No momento, as energias estão muito intensas no planeta. E elas estão vindo porque nós pedimos que viessem pra limpar nosso ser, possibilitar nossa evolução. Daí, sentimos a enorme pressão e um esgotamento porque elas são muito poderosas, devastadoras. Tudo que não nos serve mais precisa sair do nosso campo energético e é com essas energias que isso será possível.

Também ficamos muito irritados com as pessoas, com as situações. Isso faz parte de tornar-se consciente, pois quando temos mais percepção, coisas que não nos incomodavam passam a nos incomodar mais. Acredito que, aos poucos, vamos conseguir lidar melhor com essa diferença.

O corpo dói porque estamos modificando nossa biologia ancestral, mudando nosso DNA, liberando tudo que éramos pra nos tornarmos um novo ser. Não dá pra isso acontecer sem um certo desconforto. Mas podemos facilitar as coisas, inspirando essa energia ao redor, sem medo, em vez de lutar contra ela ou evitá-la. Se a aceitarmos, ela incomodará menos; se a evitarmos, incomodará mais. Porque já permitimos que ela chegasse em nosso auxílio; agora o melhor é deixar acontecer, deixar que ela faça o que veio fazer.

Muitos estão sentindo essas energias agora, mas sei que pra alguns essa sensação não é nova, já vem de longa data. Talvez agora sejam os momentos finais, antes da passagem para uma realidade muito nova. Uma realidade mais livre, mesmo enquanto vivemos aqui na Terra. Respirar bem fundo, com paciência, é o melhor que se pode fazer.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Pensar

Rio de Janeiro, abril de 2014

Será que é possível deixarmos de pensar?

Isso é algo bem difícil de se fazer, pois somos levados a pensar desde pequenininhos. Algumas condições extremas podem servir de ferramenta para possibilitar isso, ao menos temporariamente, mas soluções mais práticas e eficazes também existem.

Se, de todo, não conseguirmos deixar de pensar, ao menos, podemos fazer com que os pensamentos deixem de nos afetar, que é o verdadeiro “x” da questão. Você pode se perguntar por que é importante deixar de pensar. Pelo simples fato de se sentir melhor. Pensamentos, mesmo os mais alegres, são enganadores e acabam levando a uma série de frustrações que nos impedem de exercermos nossa mestria.

Pra começar, é preciso entender o processo dos pensamentos. Você já deve ter ouvido falar que “um pensamento leva a outro”. É isso mesmo. Quando pensamos uma coisa, acabamos pensando um monte de outras e, geralmente, muitos pensamentos acabam não sendo muito bons, porque, afinal, são os pensamentos ruins que mais produzem outros pensamentos, deixando nossa mente bastante ocupada.

Depois de entender como a coisa funciona, você deve manter lembretes (visuais ou não) de que, quando você está no presente, você não tem fluxo de pensamento, pois eles estão sempre relacionados a algo passado ou futuro.

Quando você criar o hábito de voltar para o presente sempre que começar a pensar e substituir essa programação ou esse condicionamento de ter que pensar, então, você estará no caminho para deixar de ser influenciado pelos pensamentos.

Não é algo fácil, mas é algo possível. E faz parte do caminho de qualquer Mestre.



quinta-feira, 20 de março de 2014

Desafios

Rio de Janeiro, março de 2014

Será que os desafios acabam quando viro Mestre?

Não. Resposta direta. É uma ilusão achar isso, principalmente quando ainda se é um humano na Terra.

As coisas materiais que fazem parte da vida terrena continuarão existindo, até porque continuará sendo necessário conviver com pessoas diferentes, cumprir obrigações rotineiras, lidar com fatores da condição humana.

O que muda quando alguém se torna Mestre é a sua percepção. A pessoa passa a encarar com outros olhos os desafios da vida. Além, é claro, de atrair mais facilmente as manifestações para suas resoluções.

O medo, a ansiedade e o desespero que alguns desafios podem gerar no ser humano comum deixam de fazer parte da realidade do Mestre, pois ele sabe que tudo passa e acaba se resolvendo de um jeito ou de outro e que nada está realmente errado, embora, ou só porque, possa ser difícil. Essa postura já acaba trazendo uma solução que, normalmente, vem com simplicidade, seja qual for. Ou seja, ela acontece naturalmente, dissolvendo o desafio em questão.

Portanto, ao se tornar um Mestre, sendo ainda um humano encarnado, você não se livrará dos problemas e dos desafios, mas se livrará das coisas que o impedem de ver tudo com a devida clareza.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Mestria

Rio de Janeiro, fevereiro de 2014

Será que você pode mesmo ser um Mestre?

Depende do que você acha que é um Mestre. Se você tem um conceito de Mestre que inclui os milagres, o comportamento ou a aparência dos antigos e renomados Mestres, então a resposta é não.

Esse tipo de Mestre existiu no passado e foi previsto um retorno do Mestre. O que muitos não sabem é que ele já retornou. Só que de um jeito moderno e na forma de muitos. Não há um Mestre, há muitos Mestres.

Nesse caso, você pode ser um deles, sim. O perfil do Mestre da atualidade é individual, difere de Mestre pra Mestre, inclui nuances particulares a cada um, dá valor ao Eu.

Os Mestres agora são modernos e, com a evolução humana, muitos podem se tornar Mestres. Contudo, ninguém se tornará Mestre seguindo o modelo, o exemplo dos Mestres do passado, pois a realidade é outra, é totalmente nova.

E, tem mais, uma vez que você não precisa ser como os anteriores, fica mais fácil, no sentido de mais leve e viável, assumir que você é um Mestre.

Portanto, se você se sente verdadeiramente um Mestre, duas coisas: uma, saiba que isso é possível; outra, não queira ser como ninguém mais além de você mesmo.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Fingir, Inventar

Rio de Janeiro, janeiro de 2014

Será que você está mentindo quando faz isso?

A programação imposta à nossa mente faz com que a maioria de nós acredite que fingir que sabe ou que entende uma coisa e inventar histórias ou determinados mecanismos para lidar com a vida são formas de mentir. Errado. Não passam de criação. Igual a um ator criando um personagem ou um escritor criando uma situação, você deve fingir e inventar coisas, pois isso, além de trazer segurança, estabelece uma conexão entre mente e coração, que aclara ainda mais a consciência e permite a manifestação do verdadeiro saber.

É claro que estou falando de fingir e inventar, ou seja, criar, aquilo que lhe faz bem, aquilo que eleva a sua alma, pois esse fingir, esse inventar são realizados de maneira consciente, são utilizados como uma ferramenta, digamos, de evolução espiritual. Ninguém está dizendo pra fingir ou inventar algo que repercuta mal ou traga resultados desagradáveis, principalmente a terceiros. Também é uma opção, mas não é o caso aqui.

Esse fingir e esse inventar podem ser comparados àquela Mentira com letra maiúscula que, certamente, serve a um propósito maior, mas não vou entrar em detalhes sobre isso, pois há uma diferença entre ambos.

Na verdade, quando a gente finge, quando a gente inventa, a gente não está fingindo nem inventando nada, a gente está realmente criando uma realidade diferente. Então, ela passa a existir, a ser. Por isso, devemos fingir, inventar, criar coisas maravilhosas, divertidas, empolgantes, belas, pois assim será.