Rio de Janeiro, dezembro de 2013
Será que você consegue simplesmente confiar?
Não há uma forma de ensinar a confiança. E, na verdade, confiança também não é algo que se aprenda. Ela vem quando você alcança um ponto tal em que não resta mais nada além de confiar.
Quando a pessoa confia, as coisas parecem que começam a se acertar, mesmo que ainda haja desafios, pois a autoestima se eleva, o vínculo energético com coisas que pode considerar desagradáveis se desfaz e alguns resultados se manifestam trazendo um certo ânimo. Daí, coisas e pessoas deixam de exercer poder sobre aquele que confia na mesma hora em que a confiança se instala. E confiança gera cada vez mais confiança e atrai cada vez mais os potenciais que a pessoa quer manifestar. Isso não significa que ela não erre mais nem que as coisas deem sempre certo, não, mas ela passa a ter coragem de recomeçar, experimentar outra coisa, ou tentar a mesma coisa, etc., etc., etc.
Quando você confia, nada nem ninguém é mais uma ameaça. Você se sente mais livre, com mais decisão para fazer suas escolhas.
É muito difícil descrever o que é ter total confiança, mas ser confiante traz uma sensação impossível de ser confundida. É quando você sabe que está muito perto da iluminação. Simplesmente, confie!
domingo, 8 de dezembro de 2013
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Incoerências
Rio de Janeiro, novembro de 2013
Será que você percebe as incoerências que ocorrem na sua vida?
Quando estamos no caminho da evolução, coisas estranhas começam a acontecer. E, em certa altura, incoerências começam a ficar muito evidentes.
Por exemplo, é muito comum a pessoa se afastar dos parentes e dos conhecidos quando sua consciência se expande, pois ela “vê” coisas que os outros não veem. Mas, ao mesmo tempo, é quando ela mais quer ter alguém, encontrar alguém que a compreenda, alguém com quem dividir o seu saber. Então, uma energia conflitante se estabelece, pois como ter alguém se não se tolera ninguém?
Pois é, na sua evolução, ao expandir a consciência, você vai notar o seu saber. Mas, ao mesmo tempo em que sabe que ele está lá, você luta, se amofina e tem medo, ainda sem confiar que ele é seu e que ele tem todas as respostas. Eis mais uma energia conflitante: ter saber e não confiar que sabe!
Outra incoerência com que você pode se deparar é a de querer que um fluxo de abundância, de saúde, de alegria venha para sua vida, mas também ter um conformismo, um cansaço, uma raiva da vida como ela é. São mais duas energias que se chocam.
E, quando as energias se chocam dessa forma, você fica em zona neutra. Isso faz com que se sinta empacado, como se nada acontecesse, gerando frustração, depressão e atrapalhando toda a sua percepção.
É preciso dar um tempo sem se preocupar, sem se desgastar com essas incoerências, pois elas fazem parte do caminho. É natural passar um tempo assim. Tempo que pode ser curto ou pode ser longo; não temos como prever. Mas, aos poucos, tendo consciência de que essas incoerências estão lá, procure relaxar; você vai acabar se sentindo mais à vontade pra voltar a se abrir ao que a vida tem de bom a oferecer. É preciso confiar naquele saber que está sempre com você. Mas você já sabe disso.
Será que você percebe as incoerências que ocorrem na sua vida?
Quando estamos no caminho da evolução, coisas estranhas começam a acontecer. E, em certa altura, incoerências começam a ficar muito evidentes.
Por exemplo, é muito comum a pessoa se afastar dos parentes e dos conhecidos quando sua consciência se expande, pois ela “vê” coisas que os outros não veem. Mas, ao mesmo tempo, é quando ela mais quer ter alguém, encontrar alguém que a compreenda, alguém com quem dividir o seu saber. Então, uma energia conflitante se estabelece, pois como ter alguém se não se tolera ninguém?
Pois é, na sua evolução, ao expandir a consciência, você vai notar o seu saber. Mas, ao mesmo tempo em que sabe que ele está lá, você luta, se amofina e tem medo, ainda sem confiar que ele é seu e que ele tem todas as respostas. Eis mais uma energia conflitante: ter saber e não confiar que sabe!
Outra incoerência com que você pode se deparar é a de querer que um fluxo de abundância, de saúde, de alegria venha para sua vida, mas também ter um conformismo, um cansaço, uma raiva da vida como ela é. São mais duas energias que se chocam.
E, quando as energias se chocam dessa forma, você fica em zona neutra. Isso faz com que se sinta empacado, como se nada acontecesse, gerando frustração, depressão e atrapalhando toda a sua percepção.
É preciso dar um tempo sem se preocupar, sem se desgastar com essas incoerências, pois elas fazem parte do caminho. É natural passar um tempo assim. Tempo que pode ser curto ou pode ser longo; não temos como prever. Mas, aos poucos, tendo consciência de que essas incoerências estão lá, procure relaxar; você vai acabar se sentindo mais à vontade pra voltar a se abrir ao que a vida tem de bom a oferecer. É preciso confiar naquele saber que está sempre com você. Mas você já sabe disso.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Sua Vida
Rio de Janeiro, outubro de 2013
Será que você sabe realmente o que aconteceu em toda a sua vida até o momento?
Sua resposta imediata deve ser que sim, afinal é a sua vida. Mas o que acontece é que nem sempre a gente é capaz de notar as sutilezas que permeiam o modo como as coisas realmente aconteceram, pois nossa mente, com a limitação que lhe é própria, julga cada momento que passou à sua maneira. Na verdade, ela julga o tempo inteiro, não só o que passou, mas o que está acontecendo e o que ainda nem aconteceu.
E quando a gente revê aquilo que se passou em nossa vida, a mente julga de novo, reforçando ainda mais essa percepção limitada do que aconteceu de fato.
As sutilezas só são percebidas a partir de uma visão mais ampla da realidade. Uma visão que não é facilmente detectada pela mente, embora não seja impossível, se ela estiver bem conectada ao coração, aberta para o que está além dos nossos sentidos físicos. Uma visão que não precisa entender o que realmente aconteceu, apenas saber que o que quer que tenha sido fez parte do seu caminho, da sua jornada aqui no planeta até então. O que quer que tenha sido provocou outras experiências que o conduziram a outras e mais outras, e até onde você está agora.
Faça uma tentativa, percorra novamente o caminho da sua vida, desde a infância até hoje, procurando olhar com outros olhos todas as experiências vividas. Mas vá apenas sentindo, sem analisar. E sem ter expectativas quanto ao que vai ser. Faça como se fosse uma brincadeira, deixe os sentimentos aflorarem, não tenha medo, pois você está em um lugar seguro no momento presente. Repita a jornada quantas vezes quiser. Vai chegar uma hora que novas percepções vão surgir. E você vai saber que nada, absolutamente nada, precisa ser curado, apenas revisto.
Ou, se você não se lembrar de algumas coisas, que, inclusive, podem ter ocorrido em outras existências, não tem problema; mesmo sem revê-las, aceite-as como parte da grande jornada. Só isso já aclara tudo.
Quando a gente consegue perceber as sutilezas das coisas que aconteceram, ou aceitar que elas estão lá, servindo de elo pra mais outras tantas coisas, a gente passa a ter uma percepção que não tinha no momento em que elas aconteceram. Não é que essas experiências não tenham sido reais, não é que a mente tenha se iludido a respeito de tudo. Você simplesmente não conseguia compreender essas sutilezas que, em nossa evolução, começamos a notar aos poucos até sabermos que elas estão lá. E de repente tudo muda.
E é só então que podemos afirmar que tudo está sempre bem, não importa em que tempo, não importa em que espaço, não importa em que contexto.
Será que você sabe realmente o que aconteceu em toda a sua vida até o momento?
Sua resposta imediata deve ser que sim, afinal é a sua vida. Mas o que acontece é que nem sempre a gente é capaz de notar as sutilezas que permeiam o modo como as coisas realmente aconteceram, pois nossa mente, com a limitação que lhe é própria, julga cada momento que passou à sua maneira. Na verdade, ela julga o tempo inteiro, não só o que passou, mas o que está acontecendo e o que ainda nem aconteceu.
E quando a gente revê aquilo que se passou em nossa vida, a mente julga de novo, reforçando ainda mais essa percepção limitada do que aconteceu de fato.
As sutilezas só são percebidas a partir de uma visão mais ampla da realidade. Uma visão que não é facilmente detectada pela mente, embora não seja impossível, se ela estiver bem conectada ao coração, aberta para o que está além dos nossos sentidos físicos. Uma visão que não precisa entender o que realmente aconteceu, apenas saber que o que quer que tenha sido fez parte do seu caminho, da sua jornada aqui no planeta até então. O que quer que tenha sido provocou outras experiências que o conduziram a outras e mais outras, e até onde você está agora.
Faça uma tentativa, percorra novamente o caminho da sua vida, desde a infância até hoje, procurando olhar com outros olhos todas as experiências vividas. Mas vá apenas sentindo, sem analisar. E sem ter expectativas quanto ao que vai ser. Faça como se fosse uma brincadeira, deixe os sentimentos aflorarem, não tenha medo, pois você está em um lugar seguro no momento presente. Repita a jornada quantas vezes quiser. Vai chegar uma hora que novas percepções vão surgir. E você vai saber que nada, absolutamente nada, precisa ser curado, apenas revisto.
Ou, se você não se lembrar de algumas coisas, que, inclusive, podem ter ocorrido em outras existências, não tem problema; mesmo sem revê-las, aceite-as como parte da grande jornada. Só isso já aclara tudo.
Quando a gente consegue perceber as sutilezas das coisas que aconteceram, ou aceitar que elas estão lá, servindo de elo pra mais outras tantas coisas, a gente passa a ter uma percepção que não tinha no momento em que elas aconteceram. Não é que essas experiências não tenham sido reais, não é que a mente tenha se iludido a respeito de tudo. Você simplesmente não conseguia compreender essas sutilezas que, em nossa evolução, começamos a notar aos poucos até sabermos que elas estão lá. E de repente tudo muda.
E é só então que podemos afirmar que tudo está sempre bem, não importa em que tempo, não importa em que espaço, não importa em que contexto.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Mentira
Rio de Janeiro, setembro de 2013
Será que mentir é uma coisa negativa mesmo?
Se considerarmos que a mentira é uma coisa negativa, então, estaremos julgando. E sabemos que, à medida que prosseguimos no caminho da evolução, julgar é o que precisamos ir, naturalmente, deixando de fazer, para facilitar nossa tomada de consciência. Mas, tudo bem, até o fim desse caminho, podemos acabar deixando de mentir também, é claro; não estou dizendo que mentir é o caminho. Só quero falar um pouco sobre as dinâmicas da mentira.
Todos mentimos. O que varia é a forma, a motivação e o nível de nossa consciência ao mentir. Alguns mentem para os outros, outros mentem para si mesmos. Quando se mente para os outros, é mais fácil a consciência entender o mecanismo da mentira. Mas quando se mente para si mesmo, a consciência não consegue identificar o que acontece, pois a mente arranja subterfúgios para evitar isso, através do convencimento de que seja o que for não é uma mentira.
Quando os pais ensinam para os filhos que não se deve mentir, estão na verdade sendo hipócritas, mesmo que acreditem nisso, pois eles mentem e sabem que a vida vai acabar levando-os a mentir. E os filhos percebem que eles mentem, então, pra que dizer que não se deve mentir?
Na prática, o resultado para os filhos virá do entendimento que os pais têm da mentira. Ou seja, as diferenças geradas pelo seu comportamento.
Pais que mentem, mas têm plena consciência de que estão mentindo para justificar o que quer que seja, geralmente com uma mentirinha social, e ainda mais se fazem os filhos aceitarem isso como normal, acabam gerando menos problemas, por incrível que possa parecer para os desavisados. Ou os filhos vão seguir com essas mentirinhas, sem se importarem nem pensarem nelas, como provavelmente seus pais já faziam, ou vão ter uma chance mais acessível de questionar a mentira, conscientizar-se dela num nível mais amplo e discernir quanto ao seu uso — a melhor das hipóteses. Tudo porque a energia de importância, valorização, da mentira não é muito grande.
Já os pais que mentem para si mesmos geralmente criam filhos mais confusos, que percebem que eles estão mentindo e achando que aquilo é verdade. Esses pais normalmente reforçam para os filhos que eles não devem mentir, pois acreditam que eles próprios, como acham que não estão mentindo, são um exemplo de pessoa que não mente. Pior ainda se houver um julgamento religioso por trás dessa postura. A energia nestes casos é de valorização da mentira, de um jeito ou de outro. Tudo isso pode fazer com que os filhos adotem a mesma atitude, podendo esta vir a ser reforçada de tal modo que os torne grandes críticos daqueles que mentem para si mesmos, sem perceberem, devido à grande maestria da mente, que eles assumem essa mesma atitude. Mas, é claro, há sempre uma chance, por mais improvável e difícil que seja, de que todo esse mecanismo também se torne realmente consciente e esses filhos tomem outro rumo com relação à mentira.
Conclusão: Conhecer as dinâmicas da mentira, sem julgá-la positiva ou negativa, é um ótimo facilitador em nossos caminhos na evolução.
Da próxima vez que você mentir, se possível, minta de maneira consciente. Isso fará uma enorme diferença.
Será que mentir é uma coisa negativa mesmo?
Se considerarmos que a mentira é uma coisa negativa, então, estaremos julgando. E sabemos que, à medida que prosseguimos no caminho da evolução, julgar é o que precisamos ir, naturalmente, deixando de fazer, para facilitar nossa tomada de consciência. Mas, tudo bem, até o fim desse caminho, podemos acabar deixando de mentir também, é claro; não estou dizendo que mentir é o caminho. Só quero falar um pouco sobre as dinâmicas da mentira.
Todos mentimos. O que varia é a forma, a motivação e o nível de nossa consciência ao mentir. Alguns mentem para os outros, outros mentem para si mesmos. Quando se mente para os outros, é mais fácil a consciência entender o mecanismo da mentira. Mas quando se mente para si mesmo, a consciência não consegue identificar o que acontece, pois a mente arranja subterfúgios para evitar isso, através do convencimento de que seja o que for não é uma mentira.
Quando os pais ensinam para os filhos que não se deve mentir, estão na verdade sendo hipócritas, mesmo que acreditem nisso, pois eles mentem e sabem que a vida vai acabar levando-os a mentir. E os filhos percebem que eles mentem, então, pra que dizer que não se deve mentir?
Na prática, o resultado para os filhos virá do entendimento que os pais têm da mentira. Ou seja, as diferenças geradas pelo seu comportamento.
Pais que mentem, mas têm plena consciência de que estão mentindo para justificar o que quer que seja, geralmente com uma mentirinha social, e ainda mais se fazem os filhos aceitarem isso como normal, acabam gerando menos problemas, por incrível que possa parecer para os desavisados. Ou os filhos vão seguir com essas mentirinhas, sem se importarem nem pensarem nelas, como provavelmente seus pais já faziam, ou vão ter uma chance mais acessível de questionar a mentira, conscientizar-se dela num nível mais amplo e discernir quanto ao seu uso — a melhor das hipóteses. Tudo porque a energia de importância, valorização, da mentira não é muito grande.
Já os pais que mentem para si mesmos geralmente criam filhos mais confusos, que percebem que eles estão mentindo e achando que aquilo é verdade. Esses pais normalmente reforçam para os filhos que eles não devem mentir, pois acreditam que eles próprios, como acham que não estão mentindo, são um exemplo de pessoa que não mente. Pior ainda se houver um julgamento religioso por trás dessa postura. A energia nestes casos é de valorização da mentira, de um jeito ou de outro. Tudo isso pode fazer com que os filhos adotem a mesma atitude, podendo esta vir a ser reforçada de tal modo que os torne grandes críticos daqueles que mentem para si mesmos, sem perceberem, devido à grande maestria da mente, que eles assumem essa mesma atitude. Mas, é claro, há sempre uma chance, por mais improvável e difícil que seja, de que todo esse mecanismo também se torne realmente consciente e esses filhos tomem outro rumo com relação à mentira.
Conclusão: Conhecer as dinâmicas da mentira, sem julgá-la positiva ou negativa, é um ótimo facilitador em nossos caminhos na evolução.
Da próxima vez que você mentir, se possível, minta de maneira consciente. Isso fará uma enorme diferença.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Espelhos
Rio de Janeiro, agosto de 2013 Por que todos nós usamos os outros como espelhos? Porque esse é o método pra que nós todos cheguemos a nos conhecer. Através das pessoas mais próximas. Quando elas fazem coisas das quais não gostamos, basta observar, pois essas coisas podem ser exatamente aquilo que fazemos e das quais também não gostamos. Por isso, há tantos conflitos nos relacionamentos. E precisamos nos tornar conscientes de que a coisa é assim. De qualquer forma, chega um momento em que isso fica monótono, cansativo. E a gente resolve ou se afastar da pessoa por não aguentar mais nos ver nela ou deixar de nos projetar nela e passar a ter outro tipo de convívio. Mas será que a pessoa vai entender que não a queremos mais como espelho nem também servir mais de espelho pra ela? Isso não dá pra saber... Ela pode se afastar, sim, caso você não se afaste, e verdadeiramente não importa. Quando estamos preparados, realmente não importa. Mas uma coisa é certa: isso faz parte da evolução e é preciso que tenha fim, ou seja, pra continuarmos descobrindo quem somos, pra continuarmos evoluindo, é necessário sair desse jogo, é necessário atuar por conta própria, sem precisar que ninguém nos mostre o que estamos fazendo ou como estamos sendo. Com certeza, quando você fizer isso, você vai se sentir mais leve, sem o peso, sem a carga de todos os demais. Eles vão deixar de incomodá-lo, de um jeito ou de outro. Quando essa hora chegar, você não só estará um passo à frente no caminho da evolução, como também abrirá uma oportunidade pra que as outras pessoas também deem esse passo na vida delas. E, um dia, talvez, você venha a estabelecer relacionamentos mais livres, sem esse jogo e com muita diversão, apenas diversão.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Irritação
Rio de Janeiro, julho de 2013
Por que será que me irrito cada vez mais com todos à minha volta?
Porque é assim mesmo que a gente evolui, se irritando. Parece contraditório, porque fomos levados a acreditar que, quanto mais evoluídos, mais pacientes, mais compreensivos, mais pacíficos nos tornamos. Grande equívoco. A irritação é um grande sinal de que você está avançando em sua jornada.
Quanto mais evoluímos, mais compreendemos os mecanismos subjacentes que envolvem as situações na vida e, quase sempre, eles são feios. Isso mesmo, eles são feios, se vistos com nossos novos olhos conscientes, olhos que realmente veem. Esses mecanismos normalmente incluem algum tipo de manipulação, de falsidade, de ignorância ou de entendimento incorreto, o que no fundo é tudo a mesma coisa, e nossos olhos agora detectam isso com muita facilidade; portanto, ficamos irritados!
Nós perdemos o último fio de tolerância que poderia ainda nos prender a uma atitude não autêntica. Nossa irritação é autenticidade.
E ela costuma se manifestar inicialmente quando interagimos com os membros da nossa família, com as pessoas mais chegadas. Por quê? Primeiro, porque nós nos sentimos mais à vontade para testar sentimentos e percepções. Segundo, porque essas pessoas são as que a gente quer ver, antes de tudo, evoluídas também... Nossa irritação quer a todo custo mostrar às pessoas que amamos como é enxergar, mas isso é dar murro em ponta de faca, pois geralmente elas são as últimas a entender isso. Costuma ser mais fácil explicar a sua irritação para um estranho do que pra elas, que vão sempre achar que é ingratidão, falta de compaixão, pura grosseria da sua parte. Só que também leva um tempo, às vezes bem grande mesmo, até você notar que não vai ter jeito e depois de notar, outro tempo até você aceitar que não vai ter jeito e então desistir...
Bom, o melhor a fazer? Afastar-se, o quanto antes. De qualquer maneira possível, sem dó nem piedade, seja fisicamente, energeticamente, mentalmente, como for. Porque a única coisa que importa é o seu caminho para a iluminação. Não se preocupe, o caminho deles? Eles trilharão no devido tempo também.
A única coisa que importa é o seu caminho. Pois, do contrário, se você ceder, fingir ou se lamentar, você vai começar a se irritar consigo mesmo. E certamente isso aumentará a sua irritação e, de quebra, ainda atrasará um bocado a chegada da sua iluminação.
Por que será que me irrito cada vez mais com todos à minha volta?
Porque é assim mesmo que a gente evolui, se irritando. Parece contraditório, porque fomos levados a acreditar que, quanto mais evoluídos, mais pacientes, mais compreensivos, mais pacíficos nos tornamos. Grande equívoco. A irritação é um grande sinal de que você está avançando em sua jornada.
Quanto mais evoluímos, mais compreendemos os mecanismos subjacentes que envolvem as situações na vida e, quase sempre, eles são feios. Isso mesmo, eles são feios, se vistos com nossos novos olhos conscientes, olhos que realmente veem. Esses mecanismos normalmente incluem algum tipo de manipulação, de falsidade, de ignorância ou de entendimento incorreto, o que no fundo é tudo a mesma coisa, e nossos olhos agora detectam isso com muita facilidade; portanto, ficamos irritados!
Nós perdemos o último fio de tolerância que poderia ainda nos prender a uma atitude não autêntica. Nossa irritação é autenticidade.
E ela costuma se manifestar inicialmente quando interagimos com os membros da nossa família, com as pessoas mais chegadas. Por quê? Primeiro, porque nós nos sentimos mais à vontade para testar sentimentos e percepções. Segundo, porque essas pessoas são as que a gente quer ver, antes de tudo, evoluídas também... Nossa irritação quer a todo custo mostrar às pessoas que amamos como é enxergar, mas isso é dar murro em ponta de faca, pois geralmente elas são as últimas a entender isso. Costuma ser mais fácil explicar a sua irritação para um estranho do que pra elas, que vão sempre achar que é ingratidão, falta de compaixão, pura grosseria da sua parte. Só que também leva um tempo, às vezes bem grande mesmo, até você notar que não vai ter jeito e depois de notar, outro tempo até você aceitar que não vai ter jeito e então desistir...
Bom, o melhor a fazer? Afastar-se, o quanto antes. De qualquer maneira possível, sem dó nem piedade, seja fisicamente, energeticamente, mentalmente, como for. Porque a única coisa que importa é o seu caminho para a iluminação. Não se preocupe, o caminho deles? Eles trilharão no devido tempo também.
A única coisa que importa é o seu caminho. Pois, do contrário, se você ceder, fingir ou se lamentar, você vai começar a se irritar consigo mesmo. E certamente isso aumentará a sua irritação e, de quebra, ainda atrasará um bocado a chegada da sua iluminação.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Energias Intensas
Rio de Janeiro, junho de 2013
Será que um dia elas vão ser mais aconchegantes?
Parece que o tempo está cada vez mais rápido. Isso já se fala há muitos anos... Parece que as energias estão cada vez mais intensas. Isso é o que muitos repetem há tempos... Parece que “quanto mais rezo, mais assombração me aparece”. Isso, nós ouvimos desde sempre... Mas quando digo “rezo”, neste caso, quero dizer, evoluo! Porque rezar, rezar mesmo... não dá nem pra pensar sequer nisso quando se está avançando, já adiantado, na evolução. São águas passadas, e acho que nem preciso dizer por quê.
Quanto mais evoluo, mais assombração me aparece! Mas aqui cabe a pergunta: “Por quê?” Porque, como todos também sempre disseram, para se ver a luz do sol é preciso enfrentar uma noite inteira de escuridão, um túnel bem longo e mal iluminado. E, por todos sempre terem dito isso, fica a dica. Talvez isso faça parte de um padrão ou talvez seja realmente necessário, padrão ou não. Foram muitas existências acumulando padrões. Por isso, fica difícil eliminá-los rapidamente ou sem algum conflito.
Agora, as energias realmente estão mais intensas. Primeiro, porque elas estão aí. Em quantidades que nunca estiveram. Principalmente, os mais sensíveis vão senti-las. Segundo, porque, se quisermos evoluir e continuar vivendo na Terra, temos que usar essas energias pra alguma coisa. Por isso, elas nos pressionam. É tipo: “Você quer ficar ou quer partir? Se partir, tudo bem, mas, se resolver ficar vai, ter que usar as energias ou elas vão consumir cada parte de você...” Parece assustador, não?
De início, precisamos nos esforçar pra abraçar as energias e, com elas, realizarmos nossos sonhos, especialmente. Mas, com o tempo, espera-se que isso se torne algo mais natural, volte a ser mais natural. Daí, a intensidade não vai mais machucar e, sim, nos encher de alegria, felicidade e paixão renovadas. Que assim seja! Qualquer que seja a sua escolha!
sábado, 18 de maio de 2013
Visão
Rio de Janeiro, maio de 2013
Será que ter visão é mesmo uma maravilha?
Muita gente diz que fulano é um cara de visão, cicrano tem visão, beltrano precisa de mais visão. Mas o que é visão? No mundo corriqueiro, visão é ter apenas ideias inovadoras, estar mais aberto às novidades, ter um ponto de vista mais amplo. Só que ter visão não é bem isso. Ter visão é conseguir perceber que aqueles que normalmente têm essa “visão” ainda estão entre os cegos. E pelo simples fato de que essa “visão” é uma visão parcial, ela vem puramente da perspectiva mental.
Que visão é mais maravilhosa? A de uma mente inovadora ou a que vai além da mente abarcar o todo?
A visão da mente é limitada, mas forte o suficiente pra iludir os que nem têm essa visão, a da mente. São aqueles que valorizam excessivamente os que conhecem o que eles não conhecem. São aqueles que acham que o médico conhece melhor o corpo deles do que eles mesmos. Bom, por acreditarem nisso, eles não conseguem nem ampliar a própria visão da mente no sentido de se conhecerem; daí, talvez o médico até esteja um pouco na frente mesmo!
As pessoas, em geral, são cegas. As cegas mais espertas desenvolvem a visão da mente, mas continuam sem enxergar o todo, porque essa visão está voltada apenas para as opções feitas mentalmente, áreas de conhecimento, coisas assim. O cara pode ser um expert visionário da arquitetura, mas ser “tapado” no que se refere ao relacionamento com os funcionários. E assim por diante.
O que é esse todo que a verdadeira visão enxerga? É tudo que a pessoa enxerga além da mente, mas é algo que não pode ser descrito, apenas vivenciado. Então, não adianta entrar nesse mérito aqui, o de descrever o que é enxergar, o que é ter a verdadeira visão. A única coisa que dá pra dizer é que ninguém começa a enxergar de repente. A verdadeira visão vem aos poucos. E é quando a gente percebe que a gente é diferente da maioria dos outros.
Se isso é bom? Depende. Se a gente permitir aceitar essa evolução, pode vir a ser, sim. Mas não é algo fácil. Existem muitos obstáculos e desafios quando se começa a ter um pouco da verdadeira visão num mundo de pessoas que não têm nenhuma. Mas, com o tempo, você vai enxergando mais e mais, e cada vez mais as coisas vão ficando claras, num sentido geral, não específico. E é quando esse negócio de enxergar começa a ficar bom.
E, então, quando menos espera, sem dúvida, você passa a ser capaz de dizer: “Ter essa visão é maravilhoso!!!”
sábado, 20 de abril de 2013
Correr Atrás
Rio de Janeiro, abril de 2013
Será que correr atrás das coisas é o modo mais eficaz de ter as coisas?
Quem nunca ouviu alguém dizer: “Se quer _____ [preencha a lacuna], corra atrás!”? Pode ser dinheiro, trabalho, saúde, alguém, qualquer coisa! Tem sempre uma pessoa, que normalmente se acha muito esperta, dizendo que você não tem o que quer porque não corre atrás disso. Mas o que é correr atrás? Exemplos: Distribuir seu currículo em todas as empresas possíveis, frequentar todos os locais sociais disponíveis, fazer todos os cursos pertinentes à sua área e outros, submeter-se a todos os exames médicos indicados e por aí vai.
Veja bem, todas essas ações esgotam suas energias. Ao fazer essas coisas, você abre mão de energias necessárias pra quando as coisas acontecerem.
A melhor atitude é não fazer nada. Pode soar como algo que só os preguiçosos fazem, mas quando você não faz nada, você permite que o Universo atue e encontre exatamente aquilo que servirá pra você no momento. Isso não significa que você está parado. Há um motivador interno quando a pessoa segue o seu sonho.
Vou explicar melhor dando um exemplo. Vamos dizer que você queira ter um livro publicado. Faça o necessário pra que a coisa aconteça, ou seja, escreva o livro; ele não vai se escrever sozinho! Mas não planeje quantas páginas ele terá, quanto tempo levará pra escrevê-lo nem nada disso. Não crie expectativas nem com relação ao que você fará nem com relação ao que outros farão depois que ele for escrito. Ao longo da trajetória, observe as oportunidades que surgirão pra encaminhar esse seu sonho. Pode ser uma pessoa com quem você converse, pode ser um local que deva ir. Não importa como será. A coisa virá pra você. Realmente você pode publicar o livro, pois o Universo mostrará o caminho a ser seguido através das oportunidades que surgirão. Mas, quem sabe, tentando publicar um livro, você não encontre o amor da sua vida e publicar esse livro deixe de ter tanta importância? Ou quem sabe aconteça ambas as coisas? Ou outra situação qualquer, esperada ou inesperada?
Entenda, o que importa é que você não comprometeu suas energias em coisas que podem não levar a lugar algum. As energias precisam estar a postos quando o Universo enviar o que quer que seja pra você. Assim, os resultados, mesmo que não sejam os esperados, poderão ser sempre considerados positivos. Isso é estar aberto à vida! E pra estar aberto à vida não é preciso fazer nada, muito pelo contrário...
Não existe receita de bolo pra isso, mesmo que nossa mente fique querendo preparar uma ou receber uma pronta. Mas tudo vem pra você, quando há muita motivação interna e pouca ação externa. Experimente!
terça-feira, 19 de março de 2013
Mente e Coração
Rio de Janeiro, março de 2013
Será que eles têm algo em comum?
Têm tudo em comum. Se o curso natural puder ser seguido.
Todas as crianças vivem predominantemente no coração. À medida que crescem e recebem informações, a mente se desenvolve, o que é ótimo, porque o verdadeiro objetivo é integrar mente e coração. Então, a mente é importante. O que acontece é que desvios podem ocorrer no caminho, alguns sutis, outros nem tanto, e afastar a pessoa dessa integração.
Veja bem, o coração vem primeiro e isso é pra que a mente, ao se desenvolver, seja guiada por ele. É o curso natural. Os desvios acontecem quando os pais e outros começam a dizer para as crianças e os jovens que “isso não é mais coisa pra sua idade” e a fazer outros discursos desse tipo. Ou a deixá-los tão ocupados pra que não tenham tempo de pensar em “bobagens”, segundo eles. Eles tiram o poder do coração (que jamais perde seu lado criança) e o transferem para a mente. A mente assume com insegurança o papel do seu mentor, o coração, e mete os pés pelas mãos. Primeiro, porque ela ainda não está totalmente desenvolvida, sob a supervisão do coração (que não precisa de aprendizagem, pois já nasce sabendo), e, segundo, porque, acreditando nos outros, ela deixa de acreditar no coração e se vê sozinha pra resolver tudo.
Bom, quando a mente (que deixou de ser instruída pelo coração), em sua insegurança, assume o poder, ela oprime o coração e começa a dar mais valor às coisas externas ao ser. E, nessa história, o coração pode chegar a ser totalmente excluído da equação pela mente, fazendo com que as pessoas nem mesmo percebam sua falta. Até porque elas o substituem com outras coisas. São pessoas que adoram analisar tudo, superficialmente, é claro. São aquelas que não conseguem criar vínculos, nem são capazes de se colocar no lugar dos outros. Mesmo que sejam muito inteligentes, uma parte sempre vai ficar faltando.
Por outro lado, se a mente crescer guiada pelo coração, ela pode alcançar o mesmo patamar do coração e ambos ficarem em pé de igualdade no que se refere ao poder, ou seja, trabalhando juntos, atingindo o verdadeiro objetivo da integração entre os dois. As pessoas que deixam o coração guiar sua mente até esse ponto conseguem ter empatia facilmente. Irradiam luz sem fazer quase nada. Essas pessoas, mesmo que ainda possam ter problemas como todo mundo tem, sabem se comunicar com o coração dos outros. Elas captam as emoções e os sentimentos à volta e podem intervir com harmonia no rumo das coisas.
Muitos afirmam que o lado direito do cérebro faz a função do coração, ou é seu representante, quase como um sinônimo de coração. Mas NÃO, NÃO, MIL VEZES, NÃO!!! Cérebro é mente, quer use só o lado esquerdo, quer use ambos. Para que a mente funcione bem, os dois lados do cérebro precisam estar em harmonia, sim, mas isso não significa que a mente esteja em contato com o coração. Ter ambos os lados do cérebro funcionando perfeitamente fará com que as pessoas desenvolvam sua inteligência, sejam criativas, tenham alguma tranquilidade com relação a muitos assuntos, acessem níveis profundos de conhecimento, mas ainda assim podem ser pessoas sem nenhuma empatia, altamente analistas e desvinculadas do que acontece ao seu redor.
Um exemplo: Uma pessoa ouvindo música só com o lado esquerdo vai falar do estilo, do ritmo, se gosta ou não gosta dela. Uma pessoa ouvindo a mesma música, usando ambos os lados, vai falar do estilo, do ritmo, mas também da variação instrumental, da afinação do canto, das sutilezas sonoras e, provavelmente, não julgará a questão do gosto. Uma pessoa ouvindo essa música, usando mente e coração integrados, apesar de poder até saber tudo isso que é descrito pelos mentais (e cuja importância é puramente externa e ela não valoriza, apesar de poder apreciar), sentirá algo muito particular de quem teve como mentor o coração, sentirá a música com todos os seus sentidos, poderá ver cores, coreografias, histórias, emoções despertadas não só em si, mas ao redor, nas outras pessoas; a música vai tocar lá no fundo, positiva ou negativamente, não importa.
É possível que essa tenha sido uma das razões pelas quais essa divisão do cérebro tenha caído em desuso. Na verdade, essa divisão nada mais é do que a própria mente se analisando e se justificando (se defendendo), criando um substituto para o coração que foi removido da equação, chegando assim a um resultado totalmente falso, que mascara a insegurança da mente, ao dizer que ela tem um lado direito que não a deixa perder o rumo.
Não é fácil, quando a mente usa desse subterfúgio, deixando o coração de fora. Ela cria um mecanismo que torna quase impossível identificar a falta que o coração faz. Mas nada na vida é impossível. A pessoa pode ter sua iluminação e encontrar seu coração. Pois certamente um dia, depois de muitas existências se for preciso, nascendo de outros pais e encontrando outras pessoas no caminho, o coração assumirá seu lugar de mentor, conduzirá a mente de forma natural para o seu lado e os dois governarão juntos, em harmonia, o ser em sua evolução.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Espera
Rio de Janeiro, fevereiro de 2013
Será que vai dar certo?
Bom, você já sabe qual é seu sonho? Se não sabe, é porque está passando por um momento de espera anterior ao que vou me referir aqui, ou seja, por um momento de espera em que você está buscando lá no fundo qual é o seu desejo e o que quer realmente fazer na sua vida. Há uma espera aí.
Tão logo você se decida, as energias começarão a se reunir pra que esse sonho se realize. Mas, então, há outro momento de espera. Aquele em que você começa a se perguntar se vai dar certo, se vale a pena, e a fazer todo tipo de questionamento. Não perca mais tempo com isso! Ou você vai criar outro longo período de espera, correndo o risco de se frustrar com (mais) sonhos não realizados. Seja prático: escolhido o sonho, veja bem, através de uma união perfeita de mente e coração, e despertando uma paixão e uma felicidade profundas, é hora de se concentrar nos resultados, na alegria do caminho até lá, na alegria da atuação, na alegria da concretização.
Mas, veja bem, há uma espera, sim. Uma espera que, na verdade, não será tão grande, tão obscura, como foram as esperas anteriores. Mas ela é necessária, pois as energias precisam correr na frente pra abrir as portas para o seu sonho. E leva um tempo até você chegar até essas portas. Mas, em vez de se preocupar, se questionar, curta! Aproveite o caminho! E sinta (sim, é possível sentir) que algo muito bom está chegando: o seu sonho realizado, com ou sem variações daquilo inicialmente visualizado. Não importa! O que importa é que ele vai chegar!
Portanto, não se perca com preocupações. Enfoque aquilo que você quer, não o que não quer. E, simplesmente, divirta-se!
Será que vai dar certo?
Bom, você já sabe qual é seu sonho? Se não sabe, é porque está passando por um momento de espera anterior ao que vou me referir aqui, ou seja, por um momento de espera em que você está buscando lá no fundo qual é o seu desejo e o que quer realmente fazer na sua vida. Há uma espera aí.
Tão logo você se decida, as energias começarão a se reunir pra que esse sonho se realize. Mas, então, há outro momento de espera. Aquele em que você começa a se perguntar se vai dar certo, se vale a pena, e a fazer todo tipo de questionamento. Não perca mais tempo com isso! Ou você vai criar outro longo período de espera, correndo o risco de se frustrar com (mais) sonhos não realizados. Seja prático: escolhido o sonho, veja bem, através de uma união perfeita de mente e coração, e despertando uma paixão e uma felicidade profundas, é hora de se concentrar nos resultados, na alegria do caminho até lá, na alegria da atuação, na alegria da concretização.
Mas, veja bem, há uma espera, sim. Uma espera que, na verdade, não será tão grande, tão obscura, como foram as esperas anteriores. Mas ela é necessária, pois as energias precisam correr na frente pra abrir as portas para o seu sonho. E leva um tempo até você chegar até essas portas. Mas, em vez de se preocupar, se questionar, curta! Aproveite o caminho! E sinta (sim, é possível sentir) que algo muito bom está chegando: o seu sonho realizado, com ou sem variações daquilo inicialmente visualizado. Não importa! O que importa é que ele vai chegar!
Portanto, não se perca com preocupações. Enfoque aquilo que você quer, não o que não quer. E, simplesmente, divirta-se!
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Sonhos
Rio de Janeiro, janeiro de 2013
Será que vale a pena tê-los mesmo que nunca se realizem?
Todos nós temos aspirações, coisas que desejamos que aconteçam, sonhos, sejam antigos, novos, grandes ou pequenos. Muitas vezes, nós os colocamos num pedestal, num lugar sagrado pra onde vamos quando as coisas estão difíceis. Eles nos dão esperanças e nos fazem seguir com nossa vida. Agora, até que ponto essa rotina é útil? De fato, lançamos tanta energia nesses sonhos que muitas vezes sobra muito pouca para a nossa vida aqui na realidade, o que faz com que esses sonhos, como uma bola de neve, fiquem cada vez mais distantes.
Bom, a consciência de massa e todos nós conseguimos mudar a energia do planeta. Então, esses sonhos que não se realizam precisam ser liberados. Não há mais lugar pra eles na nova energia. Mas como liberá-los? Não é difícil, realmente. Porque, na verdade, esses sonhos que não se realizam já se realizaram em outras dimensões. É por isso, essencialmente, que eles não vêm pra cá. E não dá pra ficarmos vivendo lá com o nosso eu daqui.
O que precisamos trazer pra cá é a energia original desses sonhos, aquela alegria e paixão que tínhamos quando eles foram inicialmente imaginados. Trazer, inclusive, a nossa sabedoria, pois é lá que a deixamos escondida, junto com esses sonhos. Como fazer isso? Basta sentir empolgação por algo novo, diferente, surpreendente, inesperado, algo que em determinado momento se manifesta e você vê aquela luzinha brilhando, lampadinha acendendo, ideia despertando. E, de preferência, sem gerar expectativas quanto a como e o que realmente será essa realização.
Daí, quando menos se espera, esse novo sonho acontece! Aqui! E, com esta energia que temos agora, ele acontece com graça e com tranquilidade. Do contrário, é porque não tinha alegria nem paixão e não era pra ser; portanto, não se apegue.
Será que vale a pena tê-los mesmo que nunca se realizem?
Todos nós temos aspirações, coisas que desejamos que aconteçam, sonhos, sejam antigos, novos, grandes ou pequenos. Muitas vezes, nós os colocamos num pedestal, num lugar sagrado pra onde vamos quando as coisas estão difíceis. Eles nos dão esperanças e nos fazem seguir com nossa vida. Agora, até que ponto essa rotina é útil? De fato, lançamos tanta energia nesses sonhos que muitas vezes sobra muito pouca para a nossa vida aqui na realidade, o que faz com que esses sonhos, como uma bola de neve, fiquem cada vez mais distantes.
Bom, a consciência de massa e todos nós conseguimos mudar a energia do planeta. Então, esses sonhos que não se realizam precisam ser liberados. Não há mais lugar pra eles na nova energia. Mas como liberá-los? Não é difícil, realmente. Porque, na verdade, esses sonhos que não se realizam já se realizaram em outras dimensões. É por isso, essencialmente, que eles não vêm pra cá. E não dá pra ficarmos vivendo lá com o nosso eu daqui.
O que precisamos trazer pra cá é a energia original desses sonhos, aquela alegria e paixão que tínhamos quando eles foram inicialmente imaginados. Trazer, inclusive, a nossa sabedoria, pois é lá que a deixamos escondida, junto com esses sonhos. Como fazer isso? Basta sentir empolgação por algo novo, diferente, surpreendente, inesperado, algo que em determinado momento se manifesta e você vê aquela luzinha brilhando, lampadinha acendendo, ideia despertando. E, de preferência, sem gerar expectativas quanto a como e o que realmente será essa realização.
Daí, quando menos se espera, esse novo sonho acontece! Aqui! E, com esta energia que temos agora, ele acontece com graça e com tranquilidade. Do contrário, é porque não tinha alegria nem paixão e não era pra ser; portanto, não se apegue.
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