Rio de Janeiro, janeiro de 2013
Será que vale a pena tê-los mesmo que nunca se realizem?
Todos nós temos aspirações, coisas que desejamos que aconteçam, sonhos, sejam antigos, novos, grandes ou pequenos. Muitas vezes, nós os colocamos num pedestal, num lugar sagrado pra onde vamos quando as coisas estão difíceis. Eles nos dão esperanças e nos fazem seguir com nossa vida. Agora, até que ponto essa rotina é útil? De fato, lançamos tanta energia nesses sonhos que muitas vezes sobra muito pouca para a nossa vida aqui na realidade, o que faz com que esses sonhos, como uma bola de neve, fiquem cada vez mais distantes.
Bom, a consciência de massa e todos nós conseguimos mudar a energia do planeta. Então, esses sonhos que não se realizam precisam ser liberados. Não há mais lugar pra eles na nova energia. Mas como liberá-los? Não é difícil, realmente. Porque, na verdade, esses sonhos que não se realizam já se realizaram em outras dimensões. É por isso, essencialmente, que eles não vêm pra cá. E não dá pra ficarmos vivendo lá com o nosso eu daqui.
O que precisamos trazer pra cá é a energia original desses sonhos, aquela alegria e paixão que tínhamos quando eles foram inicialmente imaginados. Trazer, inclusive, a nossa sabedoria, pois é lá que a deixamos escondida, junto com esses sonhos. Como fazer isso? Basta sentir empolgação por algo novo, diferente, surpreendente, inesperado, algo que em determinado momento se manifesta e você vê aquela luzinha brilhando, lampadinha acendendo, ideia despertando. E, de preferência, sem gerar expectativas quanto a como e o que realmente será essa realização.
Daí, quando menos se espera, esse novo sonho acontece! Aqui! E, com esta energia que temos agora, ele acontece com graça e com tranquilidade. Do contrário, é porque não tinha alegria nem paixão e não era pra ser; portanto, não se apegue.
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